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ADORO QUANDO MEU PAI ME LEVA NO MOTEL…

Publicado em outubro 25, 2022 por LINARDO

Meu nome é Gizele e estava com 18 anos quando os fatos aqui narrados aconteceram. Certo dia, comuniquei aos meus pais que ia passar o final de semana na casa de uma amiga, mas na realidade era pra ir pela primeira vez em um motel com meu namorado. Mas como surgiu um imprevisto com ele, tudo foi cancelado e resolvi voltar pra casa. Entrei naturalmente e indo pro meu quarto parei em frente a porta do quarto suíte dos meus pais que estava entreaberta, e fiquei olhando meu pai que tinha acabado sair do banho e estava se enxugando ao lado da sua cama. Logo meus olhos foram na direção do seu bilau, que mesmo mole era bem maior do que do meu namorado (um palmo de pica). Depois desse dia, sempre que olhava pro meu pai logo focava na sua virilha imaginando vendo seu pinto, e quando transava com meu namorado passei a imaginar ser o meu pai ali socando sua piroca em mim. Poucos dias depois, estava na sala sentada no sofá lendo um livro, quando notei meu pai em pé na minha frente olhando pra mim. Logo percebi que ele olhava pra minha calcinha que estava aparecendo por estar trajando um vestido curto. Fechei as pernas rapidamente.

– Nossa pai?

– Não precisa ficar com vergonha não!

Olhei e notando um certo volume na sua calça e seu sorriso, resolvi dar corda e bem safadinha.

– Você estava olhando minha calcinha, é?

Era lógico que ele sabia que estava ficando de pau duro, mas continuou parado na minha frente.

– E qual o problema filha?

– Pô pai, se a mãe vê isso, provavelmente não ia gostar, né?

– Estamos sozinhos em casa, não se preocupe!

Ele sabia que eu olhava pro volume do seu pinto, e ainda deu uma passada de mão sobre a calça antes de se afastar. Voltei a deixar minha calcinha aparecendo a ponto dele sentar no sofá menor em frente e ficar ali olhando pra TV e pra minha calcinha.

Mas tudo ia mudar, quando minha mãe que trabalhava na gerência de um grande banco foi transferida pra ficar por alguns meses; pra treinar novos funcionários, em uma cidade do interior onde o banco estava inaugurando uma nova agência. Tudo corria normalmente até o dia em que entrei de repente no quarto do meu pai, flagrando-o completamente nu antes de entrar pro banho. Ele um pouco assustado virou-se de frente cobrindo seu pinto com as duas mãos.

– O que houve Gizele?

Fiquei paralisada olhando aquele homem de 1,90 m peladão na minha frente, mas como estava atrasada pra sair e encontrar meu namorado, resolvi não sair do quarto.

– Vim te pedir dinheiro pra sair pai!

Foi quando ele tirou as mãos de sobre seu pinto deixando eu ver aquela coisa que começava a crescer rapidamente.

– Quanto filha?

– Só vinte pra passagem!…

Ele peladão sentou na cama ao lado do criado mudo pegando sua carteira. Me aproximei pra pegar o dinheiro que ele tinha na mão, vendo que seu pinto estava enorme (quase dois palmos)… Além de muito maior do que do meu namorado, era bastante grosso.

Peguei o dinheiro mais fiquei ali com o olhar fixo naquela enorme cobra.

– Tudo bem filha?

– Tá tudo bem sim!…

Ia sair, mas resolvi lhe dar um beijo.

– Obrigada pai!…

Ele me olhando fixamente.

– Sinto falta de quando você sentava no meu colo.

– Também pai!…

Ele dando tapinhas na própria coxa.

– Não quer sentar um pouquinho aqui?

Não hesitei um segundo pra sentar, e ele passando o braço pela minha cintura.

– Tá com pressa pra sair?

– Só um pouquinho… Mas posso me atrasar um pouco!

Eu de saia, seu pinto ficou encostando na minha coxa e ele passando a mão e me dando um beijo no rosto.

– Vai se encontrar com aquele seu namorado?

Eu sentindo sua mão entrando por baixo da minha saia.

– Vou sim!…

– Sabia que eu tenho ciúmes dele?

Sua mão chegou na minha calcinha puxando-a pro lado e encostando seu dedo na minha xoxota.

– Como assim pai?…

Ele me dando um beijo no rosto.

– Fico imaginando vocês dois fazendo coisas!

Senti seu dedo entrando na minha bucetinha.

– Huuuummmmmmmmn! Te aaaaamo paaaiiiiiiii!

Ele socando seu dedo na minha bucetinha, puxou meu rosto me dando um beijo na boca.

– Também te amo muito!….

Quando me dei conta estava segurando seu pau duro, e quando ele tirou o dedo da minha buceta.

– Não tira não pai, está gostoso!….

Mas ele começou a puxar minha calcinha.

O que vai fazer pai?…

– Fica de joelhos aqui na cama, fica!…

Meu coração começou a disparar já imaginando o que ele ia fazer comigo.

– Mas sem camisinha pai?

Enquanto me posicionava de joelhos na beirada da cama deixando meu traseiro virado pra ele, e ele levantando minha saia.

– Prometo que não vai ter perigo!…

Ele de pé ao lado da cama foi esfregando seu pau duro na minha xoxota até achar a fenda e começar a empurrar pra dentro, alargando minha pequena bucetinha.

– Aaaaaiiiii! Aaaaaiiii! Continua pai! Vai! Vaaaaiiiiiii! Meeeeete!….

Foram vários minutos com ele socando sua piroca, que tive dois orgasmos seguidos antes dele tirar e gozando ficou esfregando seu pinto na minha bunda. Ainda segurando a saia pra cima corri pro banheiro da suíte pra me limpar. Estava só lavando a bunda, quando ele entrou no box peladão me mandando tirar toda minha roupa que ele ia me dar um banho bem gostoso. Pensei no meu namorado que estava naquele momento me esperando, mas naquele momento minha preferência era ficar com meu pai que tinha a piroca mais gostosa do mundo. Sem ter um pingo de vergonha, tirei a saia e a blusa ficando completamente peladinha na frente do meu pai. Entrei no box, mas antes dele abrir o chuveiro me deu mais um beijinho na boca e reclinando chupou meus peitinhos. Foi um banho rápido, e depois de nos secar me levou pra sua cama deitando do meu lado pra novamente começar a me beijar, mamar nos meus peitinhos e ficar passando a mão pelo meu corpo até chegar na minha xoxota que naquela altura estava bastante molhadinha. Fiquei tensa quando ele foi enfiando a cabeça entre minhas pernas e começou a chupar minha bucetinha, passando a língua entre os lábios vaginais.

– Ooooooohhhhh! Ooooohhhhhhhh! Aaaaaahhhhhhh! Aaaaahhhhh!!!!!

Tive um violento orgasmo (o terceido) me agarrando no lençol e berrando feito uma gatinha desesperada.

– Tô gozannnnnnnndo paaaaiiiii! Chuuuupa! Chhuuuuuuupa!!!!…

Ainda respirava com dificuldade quando ele veio por cima do meu corpinho e me fazendo abrir as pernas foi colocando seu pau na minha buceta.

– Huuuuummmm! Huuummmmm! Que bucetinha gostosa filha!….

Foram mais de dez minutos ele me fodendo que tive meu quarto orgasmo antes dele tirar e novamente me dar um banho de porra lambuzando minha barriga e peitos. Novamente foi me lavar, e me vestindo fui correndo pro meu quarto pegar meu celular onde tinha mais de vinte ligações perdidas do meu namorado. Dei uma desculpa de que estava com muita dor de cabeça e acabei dormindo longe do celular. Mesmo assim fui me encontrar com ele, sentindo minha bucetinha um pouco ardida (esfolada) de tanto a pica do meu pai ficar se esfregando nela. Quando voltei a noite, estava no meu quarto trocando de roupa; sem me preocupar de trancar a porta, quando ele entrou me pegando só de calcinha. Me abraçou, me beijou, me fez deitar na minha cama e foi logo tirando minha calcinha.

– De novo pai? Ainda tô um pouco ardida… KKkkkkkk.

– Poxa filha; estava doido pra você chegar em casa pra gente brincar mais um pouco.

Ele sentando na cama, fui abrindo sua bermuda até conseguir puxar aquele monstro duro pra fora e começar a fazer carinho. Lógico que eu tinha vontade de dar uma chupadinha, mas tinha receio de ser tão atrevida. Eu movimentando a mão lentamente, foi ele mesmo quem pediu.

– Não quer dar um beijinho nele?…

Me ajeitei na cama e chegando com a boca dei um beijinho caprichado.

– Assim pai?…

– Ooooh! Mais filha, beija mais!…

Dei vários beijos e uma rápida chupada na ponta.

– Ooooooh filha, que gostoso!!!!…

De repente estava mamando na pica do meu pai como uma verdadeira putinha, enquanto ele passava a mão na minha bunda, chegando a ponta do dedo bem sobre meu cuzinho, esfregando só no contorno.

– Deixa na bundinha filha, deixa?

– Mas é muito grande!…

– Não coloco todo não, deixa!…

Concordei e novamente fiquei ajoelhada na beirada da cama, e ele em pé molhou a ponta do seu pau com bastante saliva e veio com ele direto no meu buraquinho. Quando senti a cabeça entrando, foi que percebi a diferença do pintinho do meu namorado pro cacetão do meu pai… Parecia que meu cuzinho estava em brasa.

– Aaaaaaiiii! Aaaaaiiii! Iiiissssso doooooiiiiii!!!!!

Ele parou com a cabeça enfiada e alguns centímetros de pica do meu cu.

– Quer que eu pare?

– Não pai, vai, mas vai devagar!…

Não sei como aguentei toda aquela rola no meu rabo. Mas quando ele começou a bombar lentamente, um prazer foi tomando conta do meu corpo.

– Vai pai, vai! Vai mais rápido! Meeeete!!!!!

Ele passou a socar rápido e com força que passei a berrar pra que ele fodesse bastante meu cuzinho. Novamente ele ficou vários minutos socando até gozar enchendo meu rabinho de porra, me obrigando a correr pro banheiro sentindo aquele líquido viscoso escorrendo pela minha perna. Naquela noite dormi com minha xoxota e meu cuzinho ardido. Hoje, tenho meus

namoradinhos, mas continuo sendo a amante do meu pai. Em casa a gente transa quando somente temos a certeza de que minha mãe não vai nos flagrar. Acabou que meu pai foi o primeiro a me levar em um motel… É hoje onde mais a gente faz sexo.

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1 - Comentário(s)

  • Steh 25/10/2022 15:14

    Que conto deliciooosooo

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