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Café extra quente numa livraria

Publicado em maio 8, 2023 por Pâmela

Decidida a mudar sua sorte, ela se dirigiu até uma cafeteria às cinco da tarde de uma quarta-feira chuvosa no centro da grande São Paulo Capital, com intuito de testemunhar alguma cena que acendesse uma fagulha em sua libido e, consequentemente, na sua criatividade.

Pediu um café latte. Depois um cappuccino. Logo uma água com gás. Viu as horas passando e nada de sentir o que quer que fosse. Olhou ao seu redor procurando no barista um personagem interessante. Porém, as pessoas atrás do balcão tinham semblante nada convidativo.

Ela optou por trocar de lugar, se sentando na mesa comunitária de banquetas altas que ficava de frente para rua. Quem sabe algum pedestre, um motorista, qualquer pessoa, se mostrasse minimamente interessante.

Abriu o computador pela quarta vez, preparou o arquivo com nome “Café extra quente” e digitou histórias mais mornas que as sobras de bebidas esquecidas em sua mesa.

Depois de inúmeras tentativas, quando passou a digitar a descrição exata da cena que estava vivendo, uma voz vinda do seu lado esquerdo lhe falou:

– Não esqueça de incluir a estranha misteriosa que se sentou ao seu lado.

Ela sentiu seu rosto aquecer e um frio na espinha percorreu suas costas. Há quanto tempo aquela mulher, intrometida, diga-se de passagem, estava ali a observando? A vergonha, porém, durou uma fração de segundos. Rapidamente ela viu naquela investida a chance de construir – e porque não viver – uma história digna de ser publicada.

– “Ah, é?”, perguntou. “E o que essa mulher misteriosa estava fazendo?”.

 

– “Estava sorrindo, como quem reconhece um rosto familiar e esperado”, respondeu enquanto se sentava mais próximo da escritora.

– “E depois?”, disse ela se mostrando receptiva àquela investida.

Ela ficou em silêncio por alguns instantes, pensando se deveria realmente dizer o que estava em sua mente. Num lampejo de coragem e impulsividade, soltou:

– “A mulher perguntou o que seria preciso para levá-la para casa, tirar sua roupa e transar com ela até que o dia seguinte chegasse, obrigando as duas a seguirem com suas vidas monótonas e previsíveis”.

Ela riu alto. Gostou da forma direta como aquela estranha agiu e estava animada com a ideia de, por fim, ter sobre o que escrever. Revelou para ela que estava produzindo um conto erótico encomendado há tempos e que uma ajudinha extra para desenvolver o texto cairia bem.

A tal estranha contou ser contadora e se ofereceu para tentar ajudá-la enquanto terminavam o café. Foi dela a ideia de que se sentassem na sala de co-working no andar de cima da cafeteria para evitar que curiosos acompanhassem a conversa das duas.

O espaço era, de fato, mais reservado, com uma mesa de reuniões de seis lugares e duas luminárias de cúpulas verdes estilo anos 1970 nos cantos.

Se sentaram lado a lado. A perna da estranha encostou logo tocou a coxa da escritora, que não recuou ou fez qualquer tipo de reação.

Juntas foram elaborando o enredo de como duas pessoas que se encontraram
ocasionalmente partiram rumo a uma noite de sexo, vinho e boa música.

Aquele exercício foi uma ótima maneira dela conhecer como a contadora, pelo menos na teoria, seria no sexo. Para descrever uma massagem, ela deu os mínimos detalhes de como o personagem daquele conto escrito a quatro mãos lamberia a sola dos pés de sua acompanhante, morderia sua bunda e a provocaria de mil maneiras deixando ao clímax.

Ela começou a ficar excitada e já errava as palavras digitadas uma vez que passou a se imaginar naquelas cenas. Quando estavam prestes a chegar no fim da história ela, numa atitude que surpreendeu as duas, colocou suas mãos em cima da buceta dela e a acariciou. A contadora sorriu maliciosamente, porém tirou a mão dela de onde estava.

– “Eu não posso gozar aqui”, disse.

A escritora se sentiu tomada pela vergonha e arrependimento, até que ela completou:

– “Mas você pode”.

Passou então a tocá-la por cima do vestido preto a cima dos joelhos que ela vestia. Seus olhos miravam a boca Da escritora. Enquanto mantinha o corpo todo imóvel na tentativa de disfarçar o que estava acontecendo, suas mãos trabalhavam arduamente. Uma na nuca dela, outra entre as pernas.

A porta abriu repentinamente e logo se fechou. Ela teve medo de que o que estavam fazendo era óbvio demais. A contadora não a deixou pensar. Abriu as pernas da escritora deslizou a valcinha pra o lado e colocou a mão com calma em seus pelos pubianos, esfregando a ponta dos dedos para sentir sua textura. Deslizou o dedo do meio para dentro dela, brigando contra a minúscula calcinha. Ela estava molhada. Suas pernas se mantinham abertas e ela se esforçava sem sucesso para não gemer. Ela só disse:

– “Tenta relaxar. Curta o momento”.

A escritora relaxou. E gozou. Gozou quando a mão dela friccionando seu clitóris e vulva com rapidez e assertividade por um tempo que pareceu longo demais para quem teve todo trabalho e passageiro para quem estava tomada de prazer e envolta em tesão. Por alguns instantes ela se esqueceu completamente de onde estava.

Fechou os olhos e pode sentir cada centímetro do seu corpo recebendo uma descarga eletrizante, quente e repentina que arrepiou seus poros, eriçando seus pelos.

Ao notar a vulva pulsante, ela diminuiu o ritmo, mas manteve a mão em seu centro até que ela deixasse de estremecer e soltasse um longe suspiro. Tirou o dedo de dentro dela e mergulhou-o no café. Misturou a bebida, tomando um gole grande.

– “Queria saber que gosto você tem”, falou sem pudor.

Ela riu. E seguiu sorrindo por um bom tempo enquanto se recompunham, imaginando quem é que teria aberto a porta e o que teriam flagrado. O conto estava feito. Ela se ofereceu para pagar o café. A contadora fez uma contraproposta: vinho, sexo e boa música na sexta que vem.

– “Vamos ver se a história que escrevemos ficou boa mesmo”, disse a contadora de mãos e mente talentosas enquanto segurava um sorriso sacana nos lábios.

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1 - Comentário(s)

  • Sonia Gomes 08/05/2023 17:51

    Adorei seu conto, fiquei molhadinha lendo, e tive que me toca imaginando ser a escritora!

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