Já na época o colégio onde eu estava como semi-interna, ali tinha com algumas colegas alguma coisa. Cada quarto tinha ou 3 ou duas camas e haviam, colegas da minha sala que estavam em um quarto de duas. Norma e Clarisse, eram minha melhores amigas, a Clarisse vivia falando que a gente podia ir para um quarto de 3 que ia dar certo. Acontecia de ir a noite, escondida pq isso não podia, ia no quarto deles, a gente ficava até altas horas fofocando. Foi numa destas noites que a Norma tirou do armário um pauzão de silicone, com uma cinta, elas usavam entre elas, fiquei apavorado, era enorme e era idêntica a um pau de verdade, até tinha veia aparecendo.
A Norma, veste, veste, quero ver como fica, não queria acha muito inconveniente, mas ela levantou e ela mesmo colocou em mim, que coisa estranha eu com um pau, a gente se divertiu muito, a Norma me abraçou e pegou no pau, “caramba fica bem em vc, tira, vou colocar na Clarisse”, ela me ajudou, lembro bem eu estava só de calcinha e ela esfregou o dedo na minha bucetinha. Sorriu e foi ajuda a Clarisse a vestir, a Clarice totalmente sem roupa. “Olha amiga, olha como se faz”, a Clarisse começou a botar uma camisinha nele, depois tinha um creme de um pote, passou em todo ele, enquanto isso a Norma se deitava, já sem a calcinha e se preparando, elas já estavam acostumadas, a Clarice subiu na cama e foi pra cima dela, demorou um pouquinho logo começou entrar, fiquei perplexa, como aquela coisa enorme entrava nela assim fácil, ele foi baixando a bunda devagarinho e entrando na Norma, entrou tudo, a Norma meio que se retorcia, se contraia, quando estava entrando, “vem aqui amiga, vem perto, olha, olha”, caramba tudo dentro, a Norma não era grande, era pequena como eu, meio baixinha.
A Clarisse socou diversas vezes até que a norma num momento se espichou toda, se contraindo e deve ter gozado. Logo a Clarisse tirou o cinto e o pauzão, chegou em mim, ,”quer , quer experimentar, vc vai gostar, é ótimo”, neguei não queria não, tinha feito algo com um namoradinho, mas tinha sido a tempo e não com uma coisa daquelas.
A Norma chegou por trás de mim, “sim, sim, ela quer, vai ser bom, vem aqui”, me empurrando para a cama, “tira a calça do pijama e a calcinha, a gente faz legal em vc, vc não é mais virgem né ?”, sacudi a cabeça confirmando. “Tá então agora levanta as pernas, põe os pés na cama, não deita abraça as pernas segura assim, vou fazer legal em vc, faço com a mão”, a Clarisse já tinha preparado ele, camisinha e untado com o creme, foi a Norma que veio com ele, “vou devagar, vc vai gostar”, esfregou bastante e cada esfregada quando passava na porta de entrada, ele forçava pra entre, depois que eu estava toda lambuzada do creme, ele encostou a cabeça do pauzão, e começou um leve vai e vem, cada vez empurrando mais forte, até que senti que estava me abrindo, dor, senti dor, ele era bem duro, mas ela então deu um empurrão mais forte, e gritei sem conseguir conter, entrou a cabeçona, “ai, ai, tira guria, tira por favor “, só mais um pouco, na posição que eu estava sentia entrando e via a mão dela empurrando, acredito que entrou a metade dele.
Ela então começou puxar pra fora, me entregou ele, faz vc agora, vc vai saber como fazer, devagar fui conseguindo fazer ele entrar, as duas vibrando, “viu vc fazendo consegue tudo”, a Norma falou, me apavorei quando saiu, tinha um pouco de sangue, no corpo dele, “caramba, mas vc disse que não era mais virgem, vc esta menstruada de onde veio este sangue?”, a Clarisse, “amiga deita ai, deixa eu ver tua bucetinha”, eu estava bem nervosa por ter visto o sangue, deitei, abri as pernas ele veio e abriu minha bucetinha com os dedos. Não tem nada mais, não aparece nada. Me vesti, conversamos poucos segundo e sai, fui para meu quarto, estava com a bucetinha ardida, pensando se ainda eu tinha um pouco da minha virgindade, pq o meu amigo tinha um pauzinho comparado com o de borracha, então já era, agora sim eu já era uma mulher.
Depois daquele dia, minha visitas se tornaram mais frequentes as duas colegas, algumas vezes elas me convidaram para usar outra vez o pauzão delas. As duas se pegavam com ele num cinto tupi calcinha, era sensacional, tambem comigo aconteceu assim. Mas o mais legal era as fofocas, principalmente quando voltavam de um final de semana nas casas delas. Todas duas como era normal naquela idade participavam de turminhas de amigas e amigos, turma do clube, que eram onde se reunião. A Norma era a mais agitada, trouxe uma vez duas revistas pornográficas.
Eu achava bem estranho o que senti com o pauzão da cinta, ele era grandão, única coisa que eu tinha tido, tinha tido um meio namoradinho, um amiguinho, que chegou e botar o pauzinho dele em mim, quando eu ia pra casa em algum final de semana ele ficava a minha volta, queria conversar, era legal, éramos amigos desde muito cedo, eu sabia o que ele queria, numas das minhas idas pra casa, ele foi na minha casa, queria pq queria me pegar, então para se acalmar, masturbei ele, sempre pensando no pauzão da cinta a diferença era enorme.
Mas voltando a escola, a Clarice, foi convidada para um aniversário de uma das colegas que era da cidade mesmo, uma riquinha, só que a festa seria na sexta feira a noite, e para poder sair do colégio, tinhamos que ter autorização de casa, se não , não podíamos sair, na sexta. Autorização que se tinha era sempre poder sair, sábados e domingos.
Mas isso conto no que vou chamar de capítulo 02.
… Segue no AMIGAS LOUCA, capítulo 02
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